18 novembro 2011
1 ano e 1 mês depois...
As M's parecem zombies. Com os bracinhos para a frente, como que a antecipar a queda, dão cinco passinhos e vão lentamente com as mãozinhas ao chão - ainda se sentem mais seguras a gatinhar - mas a curiosidade para andar "lá no alto" é já muito grande.
25 outubro 2011
Dicas para mães de gémeos ... e não só...
Copos da Philips:
Estes "meninos" são desde sempre a minha salvação: de que outra forma conseguiria deixar organizadas refeições (sopa+puré de fruta) para duas crianças para uma semana toda? São empilháveis e contêm a dose certa - é só congelar. Obrigada Philips-Avent!
"Não descarreguem nas crianças"
"Nos dias que correm os adultos acordam mal dispostos, sem entusiasmo, com vontade de fugir desta vida sem esperança, sem rumo e sem perspetiva. Arrastam-se penosamente para tarefas e rotinas obrigatórias, mas que se tornam cada vez mais pesadas e difíceis. E, nesta angústia crescente, a revolta vai tomando conta de cada um.
É a crise. É a estúpida crise, que nos consome e teima em afundar os portugueses numa depressão coletiva.
Como sempre, os mais próximos são os que mais sofrem com o mau humor. Maridos, mulheres, colegas de trabalho, família ou amigos próximos. Mas esses são grandes, têm que se aguentar, e, na maioria da das vezes, até retribuem em dose dupla.
O problema é que os primeiros a sofrer com este estado de alma são os filhos.
Porque estão sempre à mão, porque, como qualquer criança saudável, fazem birras, asneiradas e disparates. Será rara a criança que diariamente não leve com uma repreensão ou outra, que não tenha de ver imposto um limite para controlar irritações, nervos ou simplesmente preguiça e mau humor.
A necessidade de disciplina não pode, no entanto, constituir alibi para descarregar frustrações, angústias ou raivas de pais e educadores. Uma asneira, uma birra, não são o fim do mundo e não justificam gritos, queixas lancinantes, agressividade desproporcionada. Uma coisa sabemos: violência só gera violência.
A tentação é grande, mas viver aos gritos não é bom para adultos nem para crianças. Mais do que palavras, as nossas ações são o exemplo que molda personalidades e a forma de estar na vida dos nossos filhos.
Não temos o direito de lhes passar para as costas o peso de um mundo que parece desabar à nossa frente. Até porque eles não entendem, pura e simplesmente, pois transbordam de energia positiva, acreditam na magia das palavras, em mundos encantados e em vidas maravilhosas. Para os filhos, os pais são sempre heróis e arrancar-lhes essa ilusão com semblantes carregados e fechados é criminoso. Sem falar no facto de nada contribuir para resolver os problemas da crise.
Se não queremos criar uma geração avariada da cabeça e sem qualquer tipo de esperança temos de contrariar esta espiral de desespero e pensar: eles continuam a ter direito a ser felizes.
Só crianças seguras dos seus afetos serão adultos mais felizes, resilientes e, talvez, capazes de encontrar soluções para um mundo novo."
(Dra. Maria Jorge Costa, em Revista PaiseFilhos)
É a crise. É a estúpida crise, que nos consome e teima em afundar os portugueses numa depressão coletiva.
Como sempre, os mais próximos são os que mais sofrem com o mau humor. Maridos, mulheres, colegas de trabalho, família ou amigos próximos. Mas esses são grandes, têm que se aguentar, e, na maioria da das vezes, até retribuem em dose dupla.
O problema é que os primeiros a sofrer com este estado de alma são os filhos.
Porque estão sempre à mão, porque, como qualquer criança saudável, fazem birras, asneiradas e disparates. Será rara a criança que diariamente não leve com uma repreensão ou outra, que não tenha de ver imposto um limite para controlar irritações, nervos ou simplesmente preguiça e mau humor.
A necessidade de disciplina não pode, no entanto, constituir alibi para descarregar frustrações, angústias ou raivas de pais e educadores. Uma asneira, uma birra, não são o fim do mundo e não justificam gritos, queixas lancinantes, agressividade desproporcionada. Uma coisa sabemos: violência só gera violência.
A tentação é grande, mas viver aos gritos não é bom para adultos nem para crianças. Mais do que palavras, as nossas ações são o exemplo que molda personalidades e a forma de estar na vida dos nossos filhos.
Não temos o direito de lhes passar para as costas o peso de um mundo que parece desabar à nossa frente. Até porque eles não entendem, pura e simplesmente, pois transbordam de energia positiva, acreditam na magia das palavras, em mundos encantados e em vidas maravilhosas. Para os filhos, os pais são sempre heróis e arrancar-lhes essa ilusão com semblantes carregados e fechados é criminoso. Sem falar no facto de nada contribuir para resolver os problemas da crise.
Se não queremos criar uma geração avariada da cabeça e sem qualquer tipo de esperança temos de contrariar esta espiral de desespero e pensar: eles continuam a ter direito a ser felizes.
Só crianças seguras dos seus afetos serão adultos mais felizes, resilientes e, talvez, capazes de encontrar soluções para um mundo novo."
(Dra. Maria Jorge Costa, em Revista PaiseFilhos)
1 ano depois...
... as M's:
- têm 3 dentes em baixo e 2 em cima - com espaço para um no meio:
- comem desalmadamente pão, bolachas e bolo
- fazem "tem-tem"
- gatinham a grande velocidade
- dizem "Olá", "Mamã", "Pápa"
- têm 3 dentes em baixo e 2 em cima - com espaço para um no meio:
- comem desalmadamente pão, bolachas e bolo
- fazem "tem-tem"
- gatinham a grande velocidade
- dizem "Olá", "Mamã", "Pápa"
É isso mesmo...
"Todas as mudanças geram insegurança. Assim, é necessário encará-las com naturalidade, tranquilidade, e ir gerindo aos poucos as dificuldades que forem surgindo, nunca com medos mas com criatividade e segurança."
(Dra. Mª João Santos, Psicóloga Educacional)
(Dra. Mª João Santos, Psicóloga Educacional)
28 setembro 2011
As últimas do Rodrigo...
Ontem, pedi ao Rodrigo para me trazer um toalhete para limpar uma das manas.
Dirigiu-se para a embalagem dos toalhetes e exclamou com um breve suspiro:
- Ai, os toalhetes para as minhas gajas ...
O Rodrigo deve ter aprendido recentemente as relações familiares na escolinha.
Ontem, em tom pedagógico, explicou-me:
- Eu sou o irmão das manas. E o Yoda também é meu irmão.
(Tão queridinho!)
Dirigiu-se para a embalagem dos toalhetes e exclamou com um breve suspiro:
- Ai, os toalhetes para as minhas gajas ...
O Rodrigo deve ter aprendido recentemente as relações familiares na escolinha.
Ontem, em tom pedagógico, explicou-me:
- Eu sou o irmão das manas. E o Yoda também é meu irmão.
(Tão queridinho!)
26 agosto 2011
I'm back!
Pois é!!! Como o tempo passa... Levei quase um ano a organizar a minha vida. Vou tentar - não prometo que consiga - ir arranjado um bocadinho para ir dando notícias.
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