Desde as mais ingénuas até às mais pessoais, sou confrontada diariamente com todo o tipo de dúvidas acerca do meu "estado". E pondero cuidadosamente a resposta a dar.
No ranking das mais populares destaca-se: "Existem gémeos na família?" Normalmente, dou a resposta longa que passa por um breve histórico das nossas famílias sem vislumbre de tal feito, as far as we know. Há também a versão mais curta: "Bem, se não existiam, agora existem..."
A fazer concorrência à popularidade da anterior, aparece muito frequentemente: "Então e o que é que preferem? Um casalinho era giro!" Aqui, à semelhança da anterior, existe a versão longa, que passa por uma breve descrição das várias "conjugações" possíveis, ou então a versão fechada para encerrar o assunto: "Tanto faz, desde que sejam saudáveis!"